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21
Set 10

Pós-graduação: um diferencial a mais no currículo!

Com mercado de trabalho bem competitivo, está cada vez mais comum à exigência de pelo menos uma pós-graduação, principalmente em empresas de grande porte, que estão super criteriosas e exigentes com a chegada da tecnologia e de profissionais diplomados.

Estagnar os estudos somente no curso superior hoje em dia é o maior erro de um profissional, porque agora qualificação é indispensável para carreira. Além disso, do ponto de vista salarial, pós-graduados recebem, em média, 66% a mais que os graduados. Você quer ficar para trás?

Nem sempre é fácil escolher qual curso de pós-graduação fazer, mas essa decisão deve ser tomada levando em consideração os planos e metas a serem traçados do ponto de vista profissional. Por isso, antes de decidir pela especialização é bom ter alguma noção do que quer ser ou área que deseja atuar.

Para facilitar a busca, o Portal Educaedu Brasil recomenda e reúne as informações dos melhores cursos de pós-graduação do país, que até já foram reconhecidos pelo “Melhores Universidades” do Guia do Estudante, além de ter a qualificação da CAPES (CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

No Brasil as pós-graduações mais procuradas são as lato-sensu, segundo o MEC (Ministério da Educação e Cultura) e geralmente possuem duração mínima de 360 horas. Ao final do curso o aluno obterá um certificado, e não diploma. As especializações têm abrangência ampla e são bem procurados por terem horários flexíveis, podendo ser conciliados por quem trabalha durante o dia e procura mais conhecimentos em uma instituição de nível superior.

Não perca tempo para melhorar sua qualificação e garantir as melhores posições no mercado de trabalho!


17
Set 10

UNESCO revela que cerca de 530 milhões de mulheres são analfabetas

Na semana passada estudiosos se reuniram com intuito de buscar soluções para o resultado de uma pesquisa recente da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), que indicou que dentre as 796 milhões de pessoas analfabetas, dois terços são mulheres. (cerca de 530 milhões).  O fórum intitulado “Igualdade e Gênero: Um Elo perdido?” escolheu Atenas (Grécia) para sediar o evento.

Três das quatro mesas de debate levaram a questão da busca por direitos iguais entre homens e mulheres a um outro patamar vinculando-a à outras problemáticas como: educação, meio ambiente e segurança.

Flickr - Creative Comons/ILRI

Flickr - Creative Comons/ILRI

Estabelecidas tais relações fica evidente que a luta por direitos iguais vai muito além do desejo de uma sociedade mais justa ou igualitária, essa deficiência social surte ainda efeitos impactantes no índice de desenvolvimento mundial sobre tudo no que concerne a educação.

No Brasil os números surpreendem a taxa de analfabetismo é de 12,4% entre homens acima de 15 anos e 12,3 entre as mulheres da mesma faixa etária. Além disso, pesquisas apontam também que as mulheres brasileiras acumulam mais tempo de estudo do que homens. Na média são 7,4 anos contra 7. Vale ressaltar que de maneira geral os números permanecem abaixo do desejável, já que para a conclusão do ensino básico são requeridos 12 anos.

Apesar dos avanços nos últimos anos no que diz respeito ao acesso da população feminina à vida escolar, no mercado de trabalho a vantagem ainda é dos homens; tanto os cargos de maior importância quanto os salários mais elevados ainda pertencem a eles, o que, por sua vez, indica que a mentalidade brasileira ainda demanda mudanças que não reflitam apenas nas estatísticas.

No Portal Educaedu Brasil, os profissionais da área da educação podem encontrar diversos institutos que oferecem cursos de especialização de alfabetização de jovens e adultos. Dessa maneira, além do profissional de educação ter mais chances de obter uma ascensão na carreira, terá a oportunidade de ajudar a mudar os números das pesquisas no futuro.


2
Set 10

Top 100 das melhores universidades não inclui nenhuma brasileira

O famoso Top 100 da melhores universidades do mundo, elaborado pela Universidade de Comunicação de Xangai, Jiaotong, não inclui nenhuma instituição latino-americana em 2010.

Mais uma vez, as instituições norte-americanas dominam o ranking e lideram os primeiros postos da classificação. Pelo oitavo ano consecutivo, a Harvard University lidera a lista, seguida pela University of California, Berkeley, que ganhou a segunda posição, antes ocupada pela Stanford University.

Site do Top 100 de Universidades

Site do Top 100 das Melhores Universidades

As universidades britânicas de Cambridge (5ª) e Oxford (10ª) são as únicas fora dos EUA entre as dez melhores. Entre países europeus, a Alemanha ocupa a segunda posição no ranking das 500 melhores, com 39 universidades, bem atrás dos Estados Unidos, com 154 instituições. A Grã-Bretanha, com 38 universidades, e Japão, 25, aparecem à frente da França, que, com 22 instituições, caiu da quinta para a sexta posição, empatada com a Itália e com a China.

Na América Latina, apenas três universidades aparecem entre as 200 melhores do mundo. A líder é a Universidade de São Paulo (USP), empatada com dezenas de outras entre o 101ª e 150ª lugar. Em seguida vêm a Universidade Autônoma do México (UNAM) e a Universidade de Buenos Aires (UBA), as únicas de língua hispânica citadas.

A idéia da lista, divulgada desde 2003, surgiu quando Pequim decidiu criar uma universidade de nível internacional e, para isso, precisou definir critérios de excelência na educação superior. Para a elaboração do ranking, a Jiaotong também considera o número de prêmios Nobel, de medalhas Fields (Nobel da matemática) e de artigos publicados em revistas como Nature e Science pelos docentes das instituições.

O ranking é muito criticado na Europa, especialmente na França, que denuncia uma avaliação voltada para a pesquisa científica, em detrimento da formação e deixando de lado a avaliação de aspectos como qualidade do ensino e informação.

A União Européia prevê criar no ano que vem seu próprio ranking das melhores universidades, orientado pela formação dos estudantes. Embora estes critérios de classificação favoreçam as universidades de grande porte e com altos orçamentos, é preciso reavaliar os caminhos da educação na América Latina e, principalmente, a qualidade das políticas universitárias, pensando em alternativas para um ensino com mais atributos e reconhecimento internacional.

Outro Ranking

No ranking mundial Webometrics Ranking of World Universities, que considera os conteúdos disponibilizados na Internet, especialmente aqueles relacionados aos processos de geração e comunicação acadêmica de conhecimento científico, a USP caiu neste ano da 53ª para 122ª posição. O ranking foi divulgado em julho.

Fonte: Infobae


30
Ago 10

O Desafio do Doutorado

Para ingressar em um programa de Doutorado, é preciso ter tempo, paciência e agilidade para encarar os prazos, a lista de pré-requisitos dos editais e as cansativas etapas de seleção.

O candidato precisa estar disposto para participar desse longo “vestibular”, que inclui: provas escritas, exames orais, análises de currículos, fundamentação do projeto de pesquisa, entrevistas pessoais e cartas de recomendação.

Cada instituição estipula as regras de seu processo seletivo, mas vale lembrar que todas exigem o título de mestre (mestrado) e a apresentação de uma tese inédita de trabalho já aceita por um orientador, que deve ser entregue junto com as cartas de recomendação de professores.

Além disso, são exigidos também conhecimentos sólidos na área de estudo, experiência em projetos de científicos e domínio de duas línguas estrangeiras, sendo que muitas universidades exigem do candidato um exame de proficiência como o Toefl ou o IELTS, já que é bem muito comum a utilização de referências bibliográficas em outros idiomas.

O caminho natural para quem opta pela carreira acadêmica é entrar na graduação, passar pelo mestrado e, só depois, fazer o doutorado. Mas há casos especiais em que o aluno parte direto da faculdade para o doutorado, o que requer uma análise bem minuciosa de currículo para justificar esta medida.

doutorado

Foto: Flickr Creative Commons/ S de Santi

Geralmente, as universidades abrem vagas para o curso entre o fim e o início de cada ano e, na maioria das vezes, o currículo profissional é o primeiro requisito analisado. O candidato tem que estar atento à sua elaboração, adicionando participações em eventos, congressos e publicações. Para não errar, é possível usar o modelo da Plataforma Lattes, do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A boa redação da carta de intenções também ganha pontos. Ela deve ir anexa ao currículo e ter formato de memorando com breve exposição sobre o seu interesse e expectativas em relação ao curso.

A prova escrita, exame oral e a entrevista com o coordenador do programa são os momentos em que o aluno mostra seus conhecimentos técnicos, além de usar o poder de argumentação para defender sua tese e os caminhos que irá tomar para viabilizar a pesquisa. Será analisada também a disponibilidade financeira e de horários, já que o curso de doutorado sem bolsas parciais ou integrais tem, em média, um custo de R$ 60 mil, segundo dados do CNPQ.

Depois passar por todas essas etapas, basta aguardar o resultado e ter muito fôlego para enfrentar quatro anos de muita dedicação. Vale destacar que o aluno profissional que opta pela área acadêmica tem que estar preparado para criar o hábito de viver exclusivamente para estudar, chegando até a abdicar de alguns momentos de lazer, noites de sono e certas economias.

Boa sorte!